segunda-feira, 4 de junho de 2012

CANDOMBLÉ É PROIBIDO EM PIRACICABA

http://racismoambiental.net.br/2012/06/candomble-e-proibido-em-piracicaba/#.T8y9lwk2m98.facebook


Maurílio Ferreira da Silva*
No interior de São Paulo, a assembléia de Inquisidores Evangélicos passou por cima da Constituição que garante aos brasileiros liberdade religiosa e aprovou por unanimidade uma lei proibindo a prática do candomblé, religião essa que é brasileira por criação. Lá em Piracicaba/SP, os seguidores desta religião terão que ir a outro município para professar sua fé ou pagarão multa no valor de R$ 2.000,00 e R$ 4.000,00 se houver reincidência. Vereadores de vários partidos se sentiram a vontade para aprovar esta lei sob o comando do prefeito psdbista Barjas Negri.
A Câmara Municipal de Piracicaba/SP, por unanimidade, com o apoio dos vereadores dos seguintes partidos: PT, PDT, PP, PPS, PTB,PR, PMDB, PRB, PSDB, aprovou em 7/10, o PL 202/2010 do vereador Laércio Trevisan (PR).
Comentários em Piracicaba informam que o referido PL é parte de um MOVIMENTO chamado “ALIANÇA PARA A SUPREMACIA CRISTÔ, que tem por objetivo levar este projeto a outras cidades do Estado de São Paulo, depois, independente de quem seja eleito, encaminhar para a Câmara dos Deputados, através de deputados federais dos partidos envolvidos. Estes deputados, no momento, são mantidos no anonimato.
O referido PL aguarda sanção ou veto do Sr. Prefeito Municipal Barjas Negri. Por favor mandem e-mail, telefonem para o prefeito/secretário de governo e demais autoridades solicitando o veto ao PL, tendo em vista que o referido PL, entre outras coisas, atenta contra a liberdade religiosa e fomenta o racismo.
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*Movimento Negro Unificado – Campinas/SP/ Presidente do Secretariado de Negros do PSDB Campinas/SP, Membro da Comissão de Religiosos de Matrizes Africanas de Campinas e Região- CRMA
http://www.deldebbio.com.br/2012/06/01/candomble-e-proibido-em-piracicaba/
Enviada por Attila Silva.

Começa o ciclo de oficinas OUTONO INVERNO no Colégio Estadual Ipê


No último sábado (02) dezenas de alunos participaram do ciclo de oficinas OUTONO INVERNO promovido pelo Instituto Pingo D’Água.  As atividades fazem parte do processo de implantação de práticas de pedagogia sistêmica no Colégio, cuja próxima etapa consiste em capacitar 60 professores.

O professor Jefferson Luiz Barbosa do Instituto explica que tem sido fundamental o apoio da direção do Colégio e também da direção do Grêmio Estudantil Atitude. Durante as oficinas o Grêmio promoveu atividades como jogos de futebol e cuidados na horta comunitária da Colégio.
As oficinas realizadas foram de artesanato com produção de peças de tricô, crochê e fuxico. Além de uma oficina de música que mesclou ritmos e diversão. Pela primeira vez os alunos tiveram também a oportunidade de participar de uma oficina de mídia, realizada pela jornalista Eli Antonelli, que trabalha mídia e educação, principalmente com foco em cultura afro-brasileira. Na oportunidade, as crianças produziram fotos, vídeos e entrevistas sobre o evento. O material servirá de base para a segunda etapa do projeto que consiste na produção de um jornal mural sobre as oficinas e um blog para divulgação das ações do grêmio para a comunidade.
Você também pode apoiar a educação. Entre em contato com o Instituto Pingo D´Água e com esta produção.
Divulgue esta ação entre em contato imprensaeliantonelli@globo.com
CLIQUE NA IMAGEM E CONFIRA O VÍDEO PRODUZIDO PELOS ALUNOS

Em 5 anos, só 0,9% dos matriculados em cursos de ponta da USP são negros


Desde criação do programa de inclusão da universidade, 87 estudantes negros ingressaram em Medicina, Direito e Engenharia

02 de junho de 2012 | 3h 05
PAULO SALDAÑA, OCIMARA BALMANT - O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - Em cinco anos, os cursos de Medicina, Direito e Engenharia da Universidade de São Paulo (USP) - considerados de ponta - matricularam 77 alunos pretos. O número refere-se a 0,9% dos matriculados nas carreiras entre 2005 e 2011. Os dados de 2012 não estão disponíveis no site da Fuvest e a universidade não os forneceu. Preto é a terminologia usada pelo IBGE e pela USP para a cor da pele.
Anteontem, a Faculdade de Direito aprovou recomendação para que a USP adote o sistema de cotas raciais. A decisão será encaminhada ao Conselho Universitário, instância máxima da USP, a quem caberá discutir a adoção da medida. O conselho é, tradicionalmente, contrário à ideia de cotas. A USP entende que o sistema de bônus do Programa de Inclusão Social da USP (Inclusp), voltado a alunos de escola pública, independentemente da cor da pele, já atende as demandas por inclusão. O Inclusp foi adotado a partir de 2007.
Em 2012, a universidade matriculou 28% de alunos vindos de escolas públicas. No ano anterior, esse índice foi de 26%. Somente nos três cursos citados, 12% dos alunos matriculados em 2011 participaram do Inclusp.
A proporção de pretos e pardos, que em geral constituem os beneficiados das cotas, foi em 2011 de 13,4% - dos quais, 2,8% se declararam pretos. A proporção de 2011 é bem maior do que a registrada dez anos antes, por exemplo, mas ainda não reflete o perfil da população do Estado de São Paulo, que tem 34,6% de pretos e pardos. No Brasil, são 50,7%. Os resultados da USP ainda estão longe das reivindicações do movimento negro.
Pouco. O diretor da ONG Educafro, frei David Raimundo dos Santos, ressalta que o sucesso do programa de inclusão da USP tem de se refletir nos cursos mais tradicionais. "Se a USP consegue com o Inclusp colocar pretos em Medicina e Direito, nos demais também terá inclusão."
Ao olhar para esses cursos, a situação é gritante. Desde 2006, apenas 12 alunos pretos entraram no curso de Medicina da USP. O melhor resultado foi em 2009 e 2007, quando cinco pretos conseguiram ser aprovados.
Em 2011 e 2010, nenhum aluno preto passou pela peneira do vestibular da Fuvest para Medicina. Os pardos responderam por 6,7% das matrículas em 2011.
Nas carreiras de Direito e Engenharia na Escola Politécnica, a situação é um pouco mais favorável. No Largo São Francisco, cuja congregação recomenda as cotas, apenas três pretos se matricularam em 2011. Somados os 40 pardos, a unidade alcança 7,6% de alunos com esse perfil, bem abaixo da média da USP.
Na Poli, os oito pretos que se matricularam em 2011 representam a maior proporção de público desse perfil desde 2006. Somando ao pardos, o índice foi de 7,1% na seleção de 2011.
De acordo com o diretor da Poli, José Roberto Cardoso, é remota a chance de a unidade debater as cotas, a exemplo do que ocorreu no Direito. "Nunca houve nenhum movimento para esse debate. O mérito para nós é fundamental, estamos muito satisfeitos com o Inclusp", diz ele. "Temos estudantes negros, evidentemente são poucos. Mas não é culpa da Escola Politécnica. A inclusão não depende de cor, depende de ser de escola pública."
Para o professor Elder Garnes, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), a ausência de mudança no perfil dos alunos, mesmo após o Inclusp, mostra que o sistema de inclusão não favoreceu a entrada do negro. "A USP sempre foi contra as cotas. É só ver que o Inclusp não serviu para incluir esse grupo", afirma ele, membro da diretoria do sindicato de docentes (Adusp).
A reportagem procurou a Faculdade de Medicina, mas o diretor não foi encontrado. A reitoria informou que não seria possível entrevistar o reitor João Grandino Rodas sobre o tema.

domingo, 3 de junho de 2012

Documentário debate perseguição de homossexuais na época do nazismo


Parágrafo 175 é um documentário LGBT, que descreve as vidas de vários homens e muheres que foram aprisionados pelos Nazistas acusados de serem homossexuais.O Parágrafo 175 do Código Penal Alemão, considerava as relações homossexuais como crime.
Entre 1933 e 1945, 100.000 homens foram presos. Alguns foram enviados para campos de concentração, esses prisioneiros eram identificados com um triângulo rosa. Somente 4.000 sobreviveram.Em 2000, estavam vivos menos de dez desses sobreviventes. Cinco tiveram a coragem de descrever as suas histórias pela primeira vez para este documentário.

ESCOLAS PUBLICAS ESTADUAIS OU MUNICIPAIS PODEM RECEBER OFICINAS DE CULTURA AFRO GRATUITAMENTE

Em parceria com diversos profissionais pedagogos, educadores sociais, militantes do movimento social negro, estudantes cotistas de diversas instituições, a Brasis Comunicação promove em escolas públicas municipais e Estaduais oficinas e palestras voltadas à valorização da cultura afro-brasileira e africana, bem como ações voltadas a cultura brasileira em geral. Sua escola pode receber uma oficina que pode ser tanto destinada aos professores, quanto diretamente aos alunos. São diversos temas como religiosidade de matriz africana, capoeira, samba e suas histórias, rap no contexto brasileiro, dança, maculelê, entre outras.

Entre em contato com o departamento de produção contato@brasiscomunicação e faça parte do calendário do segundo semestre.

Professores participam de curso de ensino religioso

Profissionais da Educação

fonte: SEED/PR

O Núcleo Regional de Educação de Cascavel, em parceria com as regionais de Assis Chateaubriand, Laranjeiras do Sul e Toledo, realizou na quarta-feira (30), o curso de formação continuada de Ensino Religioso, em Cascavel. Durante dois dias, cerca de 180 professores da disciplina debateram formas de atender os alunos, independentemente de seus credos, sem discriminação, para respeitar a diversidade religiosa.


O evento serviu para aprimorar as atividades realizadas pelos professores que atuam com o ensino religioso. “Eles (professores) são formados, pelo menos a grande maioria, em Sociologia, Filosofia, História e Pedagogia. Este curso foi uma oportunidade para que tivessem formação exclusivamente pedagógica sobre a disciplina nas escolas”, explicou Clarice Gomes Drehmer, coordenadora geral do curso.

Ainda de acordo com Clarice, esta é a quinta edição do encontro. No entanto, nos anos anteriores, o evento foi realizado apenas pelo NRE de Cascavel. “Resolvemos estender o curso aos Núcleos vizinhos e, assim, contemplar um número maior de professores”, afirmou.

A professora Leonice Alves Barbosa, de Assis Chateaubriand, disse que ano passado participou de uma conferência em Curitiba. “Entendo que a realização de cursos como este, além de esclarecerem nossas dúvidas e trazerem novidades, valorizam a disciplina dentro do contexto escolar”, pontuou Leonice.

O curso contou com palestras e apresentações artísticas. Ainda foram realizadas oficinas com os temas “Organizações religiosas e temporalidade sagrada”, “Ensino Religioso e religiões afro-brasileiras”, “Diretrizes Curriculares da Educação Básica” e “Conhecimento religioso”.

A disciplina de Ensino Religioso nas escolas públicas é de caráter opcional e trata todas as crenças religiosas de maneira igual, sem fazer opção por nenhuma em específico (proselitismo religioso).

ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO SÃO RECEPCIONADOS POR COTISTAS NA UFPR

postado por: Eli Antonelli


No último dia 29 de maio, 230 jovens estudantes do Colégio Estadual Genésio Moreschi tiveram uma experiência diferenciada. Eles foram convidados pela professora Debora Araújo, aluna de doutorado da UFPR, para uma visita à Instituição. Seis turmas de ensino médio do turno da manhã e noite passaram algumas horas agradáveis na UFPR, trocando informações com universitários do que é a vida na graduação. 
Os alunos revezaram e contaram suas experiências falando das conquistas e dificuldades que é um curso superior. O intuito foi despertar nos jovens o interesse em prestar o vestibular, pois muitos acreditavam que fazer um curso superior era uma realidade muito distante. 

Da experiência veio novos convites, outras escolas estão interessadas em fazer a mesma visita na Instituição. Parabéns a todos os alunos e ao professor Paulo Vinicius que compareceu ao encontro, também para elogiar a iniciativa da professora Débora Araújo.

Confira as matérias: